Mais uma semana que começa e muitas coisas vão acontecendo.. e isso é bom!
Enfim, comentei nos últimos posts sobre linguagem... e agora a coisa tá melhorando porque dá pra falar um pouco mais sobre mais coisas!!!! Nossa é muita coisa mesmo!
No último post, eu comentei algo sobre níveis de linguagem, e também falei que dependendo do propósito daquilo que vc escreve, vc usa determinada frase ou colocação, por exemplo.
Aí, eu cheguei à conclusão de que linguagem é muito mais e vai muito além do que a "norma culta" prega. É de meu gosto estudar TUDO o que a linguagem traz. Sem desmerecer de forma alguma a norma culta, eu sinto que, já que há outras maneiras de expressão de pensamentos em frases, então essas outras maneiras também devem ser estudadas e analisadas.
A partir de agora eu posso falar de muitas coisas mesmo: variação linguística, preconceito linguístico, tipos de gramática, mudança linguística, etc. É por isso que disse que a coisa tá melhorando!
Mas eu hoje vou falar da gramática que mais me agrada: a Sistêmico Funcional. Eu usei esse tipo de gramática no artigo que escrevi sobre ensinar inglês no ensino médio. Acho até que já falei sobre esse artigo aqui. Nele, eu trabalhei com o ensino de gêneros textuais, visando ensinar o aluno a ler, entender e produzir determinada linguagem em determinado gênero textual. Foi então por isso que escolhi a GFS:
"A abordagem funcional estuda o comportamento da língua dentro de seu contexto de realização." (2009) Esse contexto, no caso, seria o gênero textual:
"O propósito, o contexto sócio-cultural, a comunidade discursiva e a cognição são critérios para identificação de um gênero. Portanto, ao estudar o conceito de gênero e refletir sobre sua linguagem, nota-se que as escolhas de certas estruturas em detrimento a outras deve-se a esses fatores, que foram melhor analisados e descritos pelo funcionalismo de Halliday." (NEVES, 1994)(2009)
Halliday traz muitas coisas interessantes sobre gênero, dizendo que a descrição de uma língua deve ser feita com base em seu uso, e este uso leva em conta o que acontece ao escrever ou produzir enunciados, quem fala com quem (relações de hierarquia, por exemplo) e como essas pessoas se comunicam (escolhendo qual estrutura e excluindo outra)
Acho muito interessante pensar assim, porque dessa forma, há um leque que se abre com relação à linguagem.
Boa semana!
:)
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
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